Estado Grego ataca midia independente e organização virtual

imagem de zecalixto

Um período de repressão generalizada e brutalidade estatal se seguiu após a Rebelião de Dezembro de 2008. Durante e após a rebelião, o partido político de extrema-direita LAOS (Partido Alerta Ortodoxa Popular) e o Estado Grego decidiram pressionar os CMIs de Atenas e de Patras, usando o argumento de que estes sítios foram usados como centros de coordenação da Rebelião (rebeliões não podem, é claro, ser realizadas através da internet), deliberadamente ignorando a contribuição do CMI à contra-informação.

Fascistas e membros de partidos da direita e da extrema-direita do parlamento têm lançado ataques contra o CMI de Atenas. Impingindo sua propaganda sobre o governo direitista através de seus blogs, assim como estão tentando obstruir o acesso ao sítio através de ataques feitos por /hackers/. As declarações dos políticos nos parlamentos e na televisão tarjaram o CMI como um dos principais inimigos do Estado.

Seu movimento mais perigoso foi a apelação enviada ao Ministro da Educação por K. Velopoulos, membro do LAOS. Ele perguntou ao ministro da Educação se os CMI de Atenas e de Patras estavam abrigados na Universidade Politécnica de Atenas (UPA) e exigiram ações imediatas para deter estes sites ?perigosos?, ?que apóiam o terrorismo? etc.

leia mais :

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/07/449686...

Comentários

imagem de Vitor

"De qualquer modo, me recuso

"De qualquer modo, me recuso a debater nos termos que você coloca, chingando o Zé de forma baixa (estratégia, aliás, bem olavete: ele trabalha? se não, seus argumentos não valem!). Que é isso! Vamos discutir argumentos, não pessoas! Ou queremos credenciais para discutir? Só brancos, cristãos, trabalhadores, maiores de 21, com média ponderada 7.....

Enquanto esse site não tiver moderação eu não debato mais aqui, e tenho dito. Até a próxima reunião ampliada.

André"

Meu comentário: Estou a esperar mais uma mensagem que expresse aquela afetação hiperbólica de indignação moral do André. O Zé Ruela já postou vídeos com vigaristas defendendo o genocida do Stálin, já postou artigos do CMI, entidade que já ameaçou tirar a vida do Olavo de Carvalho, cansou de ofender o Hélio e debochou de mim diversas vezes. Gostaria de ler mais um "E tenho dito!"

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CMI convoca ao assassinato de Olavo de Carvalho

O site que com exemplar cinismo se denomina “Centro de Mídia Independente” perdeu os últimos escrúpulos e partiu para a criminalidade pura e simples.

O CMI é uma ONG milionária, com escritórios em mais de uma centena de países, empenhada em fazer propaganda contra os EUA e Israel, exatamente na linha de milhares de sites nazistas e comunistas, e que ainda tem o desplante de chamar de “fascista” quem tome posição contrária à sua.

Desesperada de não poder responder às denúncias que apresento nos meus artigos e no Mídia Sem Máscara, sobretudo no concernente à aliança dos pretensos “pacifistas” com os movimentos neonazistas, está apelando ao método da “ação direta”, o mesmo propugnado por Mussolini, para cortar o mal pela raiz, eliminando-me fisicamente.

Não me sinto de maneira alguma inclinado a confiar minha segurança às autoridades esquerdistas que nos governam, as quais já demonstraram estar mais interessadas em proteger as Farc contra os Estados Unidos do que o povo brasileiro contra as Farc e outras organizações criminosas associadas a seus partidos no Foro de São Paulo, coordenação estratégica do movimento comunista no continente.

Não tenho portanto garantias mínimas nem para minha vida nem para meu trabalho, estou fora dos direitos constitucionais e excluído da tal “cidadania”.

A mim pouco me importa o que me aconteça. Morrer não é doença nem motivo de vergonha. Vergonha é viver num país em que só os assassinos têm proteção das autoridades. Vergonha é ser membro de uma classe profissional em que a pregação do homicídio ostenta o rótulo de “luta contra a intolerância”.

Tenho vergonha de pertencer a um povo que elege presidente um amigo das Farc, tenho vergonha de ser colega de profissão dos canalhas do CMI.

Se vergonha matasse, eles não precisariam nem dos coquetéis molotov que querem jogar em mim: eu já estaria morto só de ler o que escrevem.

Olavo de Carvalho
2 de abril de 2003

Vejam o plano magnífico que traçaram e as razões que alegam para colocá-lo em prática.

Livraria Cultura anuncia em site fascista
Por Rede de Combate ao Racismo 31/03/2003 Às 17:29
A conceituada rede de livrarias Cultura está anunciando no site mídia sem máscara.

A conceituada rede de livarias Cultura, de São Paulo, está anunciando no site de extrema-direita "mídia sem máscara". O site adota uma posição totalmente pró-Bush e pró-guerra, e vem publicando ultimamente uma série de artigos ofensivos e incitando ao ódio contra árabes e muçulmanos.

O responsável pelo site, o astrólogo e professor de filosofia Olavo de Carvalho, também é acusado de receber dinheiro do empresário Ronald Levinsohn, que foi processado pela falência fraudulenta da caderneta de poupança Delfin, e do jornalista Roberto Marinho.

BOICOTE
NAO TOLERE INTOLERANTES 31/03/2003 18:15

Vamos boicotar e fazer a Livraria Leitura saber disto: que esta' perdendo clientes por patrocinar um site de extrema-direita, que apoia a guerra, a intolerancia e a hegemonia estadunidense sobre os povos.
Um pouco mais além do boicote
31/03/2003 18:34
Um boicote da nossa parte, pessoas realmente progressistas, que realmente combatem o imperialismo, a intolerância, o fascismo, seria bom, mas infelizmente insuficiente.

Ora, se levantarmos o perfil do comprador habitual da Livraria Cultura, veremos que se trata de um membro da alt aburguesia institucional. Afinal, o preço dos livros nessa livraria é um acinte (principalmente dos importados).

Pois muito bem, com boicote nosso ou sem boicote, o impacto seria irrisório.

Entretanto, uma ação um pouco mais direta surtiria efeito. Refiro-me à invasão e à destruição das duas lojas dessa nefanda livraria, situadas respectivamente no Conjunto Nacional e no Shopping Villa-Lobos. Imaginem arregimentar cerca de 200, 300 pessoas, cada uma armada de paus, pedras e coquetéis-molotov? O mais importante é fazer isso e deixar claro o motivo da invasão.

Ação direta é isso.

Outra coisa: Será que não está mais do que na hora de dar um fim físico a esse câncer chamado Olavo de Carvalho?

Não sei se os leitores sabem, mas esse canalha mantém um "curso de filosofia" mensalmente, cobrando 100 reais por aula de cada aluno. E esse curso é ministrado sempre no mesmo local.

Por que não convocar uma manifestação em frente ao local desse curso (ou melhor, "lavagem cerebral") e, se possível, eliminar fisicamente esse fascista, racista, canalha e miserável?

Vamos pensar nisso...
Saiba mais sobre os que propõem a morte
de Olavo de Carvalho

MÍDIA SEM MÁSCARA, 1 DE ABRIL DE 2003

Da redação do MSM - Difusor de ameças de morte ao filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho, o CMI (Centro de Mídia Independente) é a filial brasileira do Indymedia americano. O CMI começou em dezembro de 2000 por iniciativa de ativistas de antiglobalização em São Paulo. O CMI tem sede no prédio do Instituto de Cultura e Ação Libertária (ICAL): Pça. Américo Jacomino 89 - Sumaré - São Paulo – SP (Ao lado do metrô Vila Madalena) - Tel. 3865 7028 Aberto de 2a à 6a das 14h00 às 19h00. Lá tem um cybercafé.

Um dos principais responsável pelo CMI, trabalhando nele quase em tempo integral, é o jovem doutorando em Filosofia na USP, mestrado em História também pela USP, Pablo Ortellado, de 30 anos (imagina-se que ele ganhe bolsa para ficar praticamente o dia inteiro controlando o CMI).

Ortellado teve a perna quebrada durante uma passeata na Avenida Paulista contra a ALCA, em abril de 2001, que resultou em tumulto e foi reprimida pela PM. Ele também é responsável pelo site www.alcaralho.org e participa da Ação Global dos Povos e da Ação Local por Justiça Global. Quando Noam Chomsky esteve no Brasil, concedeu uma entrevista a Pablo Ortellado.

Há cerca de 200 "voluntários" no Brasil inteiro que produzem matérias em vídeo, rádio e jornal e gerenciam o site (isto é, censuram ou não as matérias lá publicadas). Estes voluntários se dividem em "coletivos" e os maiores deles estão em São Paulo, no Rio e no Rio Grande do Sul. Os “coletivos” são compostos por estudantes secundaristas, de pós-graduação, arquitetos, físicos, jornalistas, analistas de sistemas, entre outros. O CMI não mantém registros de acesso, garantindo anonimato a qualquer um que faça ameaças ou publique inverdades.

Segundo Pablo Ortellado, em declaração ao Sindicato de Jornalistas do Paraná:"Desde o dia 21 de abril do ano passado, quando o FBI entrou com um processo pedindo os logs que permitiriam identificar os 1 milhão e meio de acessos que a rede CMI teve e que acabaria com o direito à privacidade dos nossos usuários, decidimos não mais registrar os acessos. A história do motivo pelo qual o FBI pediu os logs é longa, mas basicamente ela foi motivada por uma matéria que tornava público o esquema de segurança durante os protestos de Quebec contra a Cúpula das Américas que iria discutir a Alca. Se entregássemos os logs, e tivemos uma batalha judicial para impedir isso, o governo americano saberia exatamente quem acessou qual das nossas matérias e a que horas. Seria um atentado enorme contra a liberdade dos usuários. Por esse motivo não registramos os logs. Porém, durante os protestos em Gênova em julho do ano passado tivemos um problema com o software e registramos os logs por algumas horas. Fazendo um pouco uma projeção com os dados antigos e o que soubemos em julho, o CMI Brasil tem uns 3 mil acessos diários e uns mil usuários e durante as crises esse acesso triplica ou quadruplica. Na rede global, são uns 600 mil acessos e 100 mil usuários, boa parte concentrada no site global que é administrado por um coletivo internacional. Mas, em tempos de crise, o número pode subir para até um milhão de usuários."
http://www.sindijorpr.org.br/extrapauta/edicao57/pag25.htm

Na época dos atentados, Pablo Ortellado e seu colega, Moésio Rebouças, foram os organizadores do primeiro protesto antiamericano - apenas 15 dias depois de que mais de 3 mil americanos foram assassinados nas torres gêmeas. Eles e os outros aproveitaram a mobilização de um protesto que havia sido organizado contra uma reunião do FMI que havia sido cancelada por causa dos ataques e mudaram o objetivo para "a paz e contra o militarismo americano" (logo após o maior ataque estrangeiro aos Estados Unidos da história). O texto do link é de autoria do próprio e dá sua visão de como se originou o movimento antiglobalização (que agora tirou a máscara e atualmente se mostra antiamericano e antijudeu mesmo):
http://www.elsonrezende.hpg.ig.com.br/textos/antiglob.html

O Indymedia, entidade-mãe do CMI, se situa em Seattle 1415 3rd Ave Seattle, WA 98101 206-262-0721

E está ligado a três outras organizações: a RiseUp (Red Cursor Collective de Seattle, na pessoa de Elijah Saxon, formado em Computação na Univ.California Santa Cruz), a Freespeech.org (Public Communicators Inc de Colorado, na pessoa de Aaron Daley) e a Cat.Org.Au (Community Access Teknowledgy, Austrália, na pessoa de Sonia Hamilton).

A Public Communicators Inc, como várias outras organizações que mais ou menos promovem o socialismo sob o manto de "defesa da liberdade de expressão", recebe dinheiro da Glaser Foundation, cujo patrocinador é o Rob Glaser, CEO da RealNetworks Inc (a proprietária do padrão Real Audio).